A viagem foi ótima, mas nunca passamos tanta luta de uma vez só.
Saímos de casa! Mas... já começamos bem. Um dos carros quis ficar pelo caminho. Essa foi a 1ª vez que paramos na estrada.
Paramos denovo!
Mais uma vez! Agora a Pampa começou a vazar combustível.
Põe mais água e vamos em frente. Mas...
Prego denovo! Não preca a conta, essa já é a quarta parada!
O "Gaúcho" tenta dar um jeito. Acho que é Jaime o nome dele.
Depois de um dia interio na oficina... Fundiu o motor! Haiuhaiuhaiuhaiuah Repararam que já era noite, né.
Passamos aquela noite num posto de gasolina, na beira da estrada. Acordamos com a fumaça de um caminhão miserável que parou do nosso lado.
Dividimos a Turma, Um voltou pra brasília pra buscar outro carro, outro esperou no posto e o restante seguiu viagem na Pampa (aquela que ainda tava vazando combustível). Reparem no capô, aberto denovo.
Depois de tanta luta finalmente chegamos (só pra registrar. 30h pra andar 340km). Essa é a casinha do Zé. Não cabia todo mundo dentro, então agente dormia assim...
Na varanda, curtindo um ventinho pra refrescar o calor.
Ah, ainda tinha essa "praga" aí. SAPO! À noite eles faziam a festa com os mosquitos que apareciam no lampião.
Enquanto agente esperava o barco meu pai me ensinava uma brincadeira da época que ele era menino. É mais ou menos como bete, mas em vez de bola usa um pedaço de madeira.
Na barragem do rio Canabrava.
Presta atenção onde agente se enfiava. Aí no meio desses galhos é que estavam os Tucunarés.
Os peixinhos, secando no calor do fogão de lenha.
Esse aí pesava uns 50kg!
Mas meu pai pegou um maior hauhiuahiauhiauha
Olha só, que gracinhas haiuhaiuhaiuah. Em cima é a Catita, no meio a Pitchula e a de baixo é a Princesinha.